sexta-feira, dezembro 03, 2010

E por fim...

Hoje, para mim, o dia amanheceu sorrindo! Assim como eu. Tive um dia muito emocionante, que me deixou um pouco boba, chorona... Não sei como explicar. Foi fofo. Primeiro na aula de matemática, que ao final, nosso professor, Edson, que tem um humor visivelmente discutível nos surpreendeu ao dizer uma coisa muito fofa que tenho certeza que comoveu a todos. Disse que foi ótimo estar conosco esse ano, que fomos ótimos alunos, que ele sentirá nossa falta, enfim, o máximo que eu consegui fazer foi olhar para ele com um olhar de admiração que provavelmente estava estampado no meu rosto! Depois, fiquei lendo meu livrinho, já que teria de ficar no pa´tio sozinha esperando que desse 3hrs, até a hora da van me buscar. O livro mesmo eu só terminei agorinha, quando cheguei em casa, e quando cheguei ao final -a parte mais dramática- admito que chorei, bastante. Não escandalosamente, claro, mas um choro que não permite que as lágrimas parem de escorrer. Um final triste, que não é como eu gostaria que fosse, porém, como em todos os filmes -exceto os de princesa- aquele que parecia ser umpríncipe encantado te surpreende, te decepciona, e você depois de muito sofrer, se ergue novamente e consegue ser muito feliz. Aprendi duas lições lendo este livro, e fiquei bastante satisfeita com elas:

A vida não é como um filme. Pode parecer, em muitos aspectos, mas na vida não podemos refazer nada. Tudo que dissermos, fizermos e sentirmos ficará gravado, tanto na nossa memória, quanto na memória de outras, e não será possível gritar 'corta!' e refazer a cena caso algo dê errado.
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A história sempre tem um fim, mas na vida, cada fim significa um novo começo.  Assim, não importa o quão dolorido for o fim, você sempre pode esperar algo bem melhor -ou pior- do próximo começo. E posso afirmar, que nenhuma dessas histórias da vida fará com que vocês se arrependam no final.

Agradeço muito à Paula Pimenta, e por todos os outros escritores fantásticos que eu encontrei na minha vida, por toda essa emoção e sensação de bem-estar que eles conseguiram me provocar, além de me fazer aprender lições valiosas sem nem mesmo ter precisado sofrer consequências de certos atos.

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